Sou médico patologista e, ao chegar ao Brasil, fiquei profundamente preocupado ao constatar a insistência no uso e na obrigatoriedade das vacinas contra a Covid-19. Isso ocorre mesmo após o fim dos mandatos pandêmicos e a drástica redução do financiamento dessa tecnologia de RNA mensageiro em meu país — cujos riscos já haviam sido alertados pelo pesquisador Michael Yeadon, ex-vice presidente da Pfizer.
Desde 2021, Yeadon vem advertindo sobre os perigos dessa tecnologia, além das nanopartículas de lipídeos, afirmando que não apenas eram desnecessárias, como poderiam comprometer a saúde reprodutiva de mulheres e homens. Em várias manifestações públicas, ele sustentou que essas injeções foram preparadas intencionalmente para ferir, matar e reduzir a fertilidade. O mais inquietante é que, muito do que ele nos alertou vem se confirmando.
Desde o início, vozes experientes denunciaram os riscos do experimento genético. Destaco os colegas patologistas Dr. Ryan Cole e Dr. Arne Burkhardt não apenas falavam em público sobre o tema: eles mostravam lâminas de necrópsia, revelando múltiplos órgãos afetados pela proteína Spike, sem nucleocapsídeo, caracterizando os tecidos de pessoas vacinadas. Cole apresentou sua coleção de achados em congressos médicos ao redor do mundo e dizia que, se o paciente chegava ao cuidado do patologista, era porque sua jornada havia terminado. E, frequentemente, era isso que acontecia — um caminho sem volta.
O Dr. Arne Burkhardt se notabilizou por demonstrar a proteína Spike em tecidos reprodutivos. Ele observou forte expressão dessa proteína em testículos de homens jovens e saudáveis vacinados, além da destruição de espermatócitos, infiltração linfocitária e praticamente ausência de espermatozoides. Tragicamente, esse brilhante cientista foi encontrado morto em um acidente considerado suspeito, deixando a impressão de que sua voz incomodava interesses poderosos.
A jornalista Naomi Wolf amplificou essas denúncias ao publicar o livro The Pfizer Papers. Até concluir a obra, enfrentou inúmeros desafios e o maior deles foi driblar a censura: ao relatar o aumento de alterações menstruais em mulheres vacinadas, perdeu suas contas em todas as redes sociais. Nesse momento, percebeu que precisava de ajuda — e conseguiu. Montou uma equipe de mais de 3.000 voluntários entre médicos e cientistas, que analisaram os extensos relatórios dos ensaios clínicos da Pfizer, obtidos graças às ações judiciais do advogado Aaron Siri.
Os relatórios confirmaram o que Yeadon já havia alertado: a Pfizer sabia, desde os primeiros meses de pesquisa, que os componentes da vacina não permaneciam restritos ao músculo deltóide, pelo contrário, se distribuíam rapidamente por todo o corpo, acumulando-se em órgãos como cérebro, miocárdio, ovários, testículos e sistema circulatório. Mais de 500 páginas documentaram lesões gravíssimas: coágulos, lesões vasculares, abortos espontâneos em mais de 80% das gestações monitoradas, leite materno alterado contaminando bebês (confirmando o fenômeno conhecido como shedding), além de danos às células germinativas masculinas — células de Sertoli, Leydig e espermatogônias.
A própria Pfizer recomendava que homens vacinados evitassem relações sexuais com mulheres em idade fértil ou usassem duplo método contraceptivo. Essa orientação, entretanto, foi rapidamente esquecida e hoje é tratada como mera “teoria da conspiração”, assim como o desejo de globalistas na redução populacional. O mais assustador, contudo, é que os pesquisadores da farmacêutica não se concentravam em avaliar se a vacina bloqueava a infecção por Covid nos pulmões, mas sim em registrar os efeitos que ela causava sobre o sistema reprodutivo.
Diante desse conjunto de evidências perturbadoras, faço um apelo às autoridades brasileiras: suspendam imediatamente a obrigatoriedade vacinal contra a Covid-19, sobretudo em crianças e jovens em idade reprodutiva. Na verdade, o termo vacina é impróprio para essa substância que ameaça a fertilidade humana, a continuidade de nossas famílias e das futuras gerações, em nome de interesses políticos ou econômicos.