13/09/2025
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Ao investigar os bastidores da pandemia, descobri algo perturbador que começou no Brasil e se espalhou pelo mundo. Em abril de 2020, em Manaus, foi conduzido o estudo CloroCovid-19, onde pacientes graves receberam cloroquina (CQ) em doses sabidamente tóxicas. O protocolo de “alta dose” aplicava 600 mg duas vezes ao dia por 10 dias – o equivalente a 12 g de CQ, ou 9,6 g de hidroxicloroquina (HCQ). Isso é várias vezes acima do seguro e totalmente diferente do que propuseram médicos como Didier Raoult de Marselha, cancelado pela mídia internacional apesar de seu prestígio científico (index-H de 179).

O resultado foi trágico: 22 mortes, previsíveis diante da própria bula do medicamento, que alerta contra doses acima de 1,5 g de CQ em três dias. Em Manaus, os pacientes em fase avançada da Covid-19 receberam 3,6 g em três dias. Já nos primeiros dias, 7 pacientes sucumbiram por arritmia cardíaca ou falência cardíaca. Como é macabro e hipócrita demonizar um tratamento tardio, o chamando de tratamento precoce, e ainda usando superdosagem.

O efeito político foi imediato: jornais no Brasil e no exterior fixaram a narrativa de que a cloroquina era “ineficaz e insegura”. Pesquisas sérias foram interrompidas, e um remédio historicamente seguro foi transformado em veneno. Mas faltava “queimar” a molécula irmã: a HCQ para ninguém mais ter dúvidas. Sem muita demora, a fundação Bill & Melinda Gates patrocinou ensaios que repetiram o mesmo erro: o Recovery Trial usando 9,2 g de HCQ, e o Solidarity Trial (OMS), 10 g. O médico Vladimir Zelenko resumiu: “doses suficientes para matar um elefante”. Infelizmente o estrago já estava feito.

Para piorar, surgiram denúncias das famílias das vítimas em Manaus que teriam sido procuradas para assinar termos de consentimento alterados. Nada foi comprovado. E até hoje, as revistas que publicaram o estudo jamais se retrataram, apesar das mortes em plena luz do dia.

Hoje sabemos que tudo foi feito com cumplicidade da grande mídia para que as vacinas covid fossem aprovadas de forma emergencial, algo que não seria possível se tratamentos fossem reconhecidos como seguros e eficazes.

Categorias: Medicina e Bem Estar