01/07/2025

Meus amigos são pessoas que gostam de estudar. São parceiros na busca contínua do aprendizado. Um deles é o Dr. Jandir Loureiro, coordenador das lives do MPV – Médicos Pela Vida e fundador da AmeVidaRio (uma regionalização do MPV para o estado do RJ) e criador do movimento Vida e Liberdade. É, ele é bem ocupado.

Dia desses estava pensando sobre o shedding e resolvi ligar para ele e bater um papo sobre isso.

Compartilho aqui o trecho desta conversa sobre o tema que muitas pessoas ainda não acreditam. Claro, o Dr. Jandir me ajudou neste texto.

A CONVERSA ENTRE O MÉDICO E O PACIENTE.

Marcelo Paganotti: Olá Amigo-Doutor, bom dia. Como está?

Dr. Jandir: Bem obrigado, Paganotti. Diga… Como posso te ajudar?

Marcelo Paganotti: Doutor, é verdade que é possível ser contaminado com a proteína spike ao se relacionar com alguém injetado com vacinas covid?

Dr Jandir: Sim, Marcelo, inclusive estou com o texto do Dr. Pierre Kory aqui comigo, segundo ele, é possível transmitir via saliva do beijo e secreções durante ato sexual. Até mesmo no contato pele com pele como no aperto de mão, porém menos comum.  A via inalatória também é importante.

Marcelo Paganotti: Imaginei… Gostaria de ler. Pode me enviar?

Dr. Jandir: Claro, agora mesmo. Te mando no whatsapp. Qual sua motivação pelo assunto? Poucas pessoas pensam sobre isso.

Marcelo Paganotti: Comecei um relacionamento e minha companheira foi inoculada. Há alguma coisa que pode ser feita para prevenir e minimizar ou evitar os riscos do shedding?

Dr. Jandir: Sim. A primeira coisa a se fazer é conversar com ela e explicar os riscos. Ela deve fazer alguns exames como D-dímero e fibrinogênio que, se elevados, sugerem microtrombose e podem estar relacionados a contaminação da proteína spike, seja viral ou vacinal.

Marcelo Paganotti: Entendi, mas e o protocolo de detox? Também vi algo sobre isso na internet.

Dr. Jandir: Então, após diagnosticar alguma alteração clínica ou laboratorial compatível com Síndrome pós-spike, o protocolo de redução de danos pode ser aplicado. Detox é um termo muito ruim porque sugere cura ou reversão vacinal, o que não é verdade.

Marcelo Paganotti: Entendo. E quais são as opções de redução de danos? Quais são os medicamentos e por quanto tempo teria que usar?

Dr Jandir: Amigo, isso varia e deve ser individualizado, mas lembro que variações do protocolo do Dr. Peter McCullough são possíveis. Ele demonstrou bons resultados em pacientes que têm dificuldade de eliminar a proteína spike. O tempo de uso depende da resposta clínica e/ou laboratorial e também é necessário acompanhamento de longo prazo.

Marcelo Paganotti: OK doutor. Vamos fazer os exames. Mais uma pergunta: é possível se contaminar por hemotransfusão?

Dr Jandir: É possível sim. Está no artigo do Dr. Kory. Infelizmente apenas alguns países como a Suíça tem bancos de sangue de não inoculados com produtos covid. Mas olha, nada de pânico. Fiquem tranquilos. Peça para ela entrar em contato comigo. O ideal é uma consulta e não apenas somente solicitar exames, afinal os exames são complementares à avaliação clínica.

Marcelo Paganotti: Eu devo fazer os exames também.

Dr. Jandir: Sim, amigo. Mas como disse nada de pânico.

Marcelo Paganotti: Deixa comigo. Falarei com ela. Muito obrigado!

Dr. Jandir: É um prazer, Paganotti. Aguardo vocês. Abração.

– – –

O namoro não durou muito e o shedding não foi constado nos exames que fiz. Que bom.

Com um outro amigo e sua companheira a coisa foi um pouco diferente. No entanto, ambos passaram pelo protocolo de mitigação da síndrome pós-spike e os níves de D-Dímero e Fibrinogênio normalizaram e seguem vivendo uma vida normal com os cuidados periódicos comuns a todos que foram inoculados.

Constatei que o shedding existe, que não há motivo para pânico e deve receber nossa atenção e cuidados. No texto do Dr. Pierre Kory pude ler:

“Em primeiro lugar, há que reconhecer que as ‘vacinas’ de RNA mensageiro contra a COVID são produtos de terapia genética, tal como definidos no documento de 2015 da FDA sobre estudos de disseminação de produtos genéticos e num documento semelhante da Agência Europeia de Medicamentos (EMA):

Produtos de terapia genética são todos os produtos que mediam os seus efeitos por transcrição e/ou transposição de material genético transferido e/ou por integração no genoma do hospedeiro e que são administrados como ácidos nucleicos, vírus ou microrganismos geneticamente modificados.

O documento da FDA define shedding (derramamento), ou disseminação de produtos de terapia genética como:

A liberação de produtos de terapia genética viral ou bacteriana do doente por uma ou todas as seguintes vias: fezes (fezes); secreções (urina, saliva, fluidos nasofaríngeos, etc.); ou através da pele (pústulas, lesões, feridas).

O documento da FDA também recomenda que sejam efetuados estudos de shedding (derramamento), disseminação para todos os produtos de terapia genética, tanto em seres humanos como em animais.”

Fonte: https://imahealth.org/wp-content/uploads/2024/02/Shedding-of-COVID-mRNA-Vaccines-A-review-of-evidence-2024-02-03.pdf

Site Dr. Pierre Kory: https://pierrekorymedicalmusings.com

Em tempo…

Lembre-se sempre de consultar um médico para esclarecer suas dúvidas e inquietações. Não será lendo um texto como este ou outras publicações na internet que conseguirá todas as respostas individualizadas. Afinal, cada pessoa reage de uma maneira. Consulte seu médico.

Para marcar uma consulta com o Dr. Jandir Loureiro envie uma mensagem por whatsapp para a Sra. Márcia 21 975.801.272.


Obrigado por visitar a DigiMind7.
Até a próxima!

Dr. Jandir Loureiro e Paganotti/Julho/2025

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